que depois da queda
me berras:
'Siga-me para salvar-se.'
De nada valeu a brusca razão
que nem sei bem como se deu.
Perde no erro
foca-se em outro
e nos momentos em que te quero
desacredito.
Golpeia o pulmão
o rompimento em vão.
Difícil acreditar
que nosso som se escondeu.
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